Sua criança se comportou mal? Investigue!

Sua criança se comportou mal? Investigue! Muitos dirão que é “birra” ou “manha”, mas é preciso saber enxergar mais além – principalmente se sua criança tem algum tipo de necessidade especial. 

 


O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

É aquela coisa…a criança pequena começa a chorar, desafiar ou mesmo gritar e logo vem a conclusão: birra ou manha. Mas… será mesmo? Será que aquele comportamento que incomoda aos adultos não é parte de um quadro mais amplo?

Esse questionamento vale para qualquer criança; mas, no caso de crianças com algum tipo de necessidade especial, precisamos estar com o olhar ainda mais atento. Afinal, nem sempre ela conseguirá comunicar-se com clareza e ainda pode haver outros fatores envolvidos que devem ser considerados, como:

 

  • cansaço da rotina de terapias;
  • efeito colateral de algum remédio;
  • frustração por perceber alguma limitação frente a outras crianças, etc.

 

UM PEDIDO DE AJUDA?

Muitas vezes, um comportamento tido como inadequado nada mais é do que um sintoma de algo que não está bem com aquela criança. Pode ser, inclusive, um pedido de ajuda.

 

Não espere que sua criança te diga: “minhas necessidades básicas de alimentação e sono não estão plenamente atendidas” ou “você poderia dar mais atenção para mim do que para o celular?”.

 

Muitas crianças especiais nem sequer conseguirão ter um diálogo verbal com seus pais, mas isso não quer dizer que não possa haver comunicação. Afinal, “comunicar-se” é mais do que simplesmente “falar”. Envolve gestos, atitudes, olhares, intenções, tom de voz, presença, etc.

 

O QUE FAZER?

 

Conhecer bem a criança é o primeiro passo para ajudá-la no caso de comportamentos difíceis. Para isso, é importante estar com ela, observá-la e investir tempo em conhecer seus olhares e reações, mesmo que sejam sutis.

 

Além de conhecer bem a criança, é necessário observar sua realidade e rotina com mais atenção aos detalhes: está dormindo o suficiente? Está tudo bem na escola? Está com alguma dor? Está tomando algum remédio? Está tudo bem dentro de casa?

 

Além dessas perguntas mais gerais, vale também incluir outras um pouquinho mais profundas: a mãe está bem? O pai está preocupado com alguma coisa? Pode parecer estranho este questionamento, mas a verdade é que as crianças sentem os efeitos do bem estar (ou o inverso) de seus pais. Não é o único fator, nem quer dizer que a culpa por algo específico seja dos pais, mas, sim, isso importa para a criança (embora ela não saiba nomear).

 

MAIS SOBRE FORTALECIMENTO PESSOAL E FAMILIAR

Se você quer conseguir cuidar bem da sua criança, se quer conseguir prover os estímulos que seu filho especial necessita, tenha certeza de uma coisa: o primeiro passo é cuidar de si e do ambiente dentro de casa. Assim, você terá mais condições de enxergar quando algo não está bem e, assim, mudar o que precisa ser mudado.

 

Se isso faz algum sentido para você, leia o novo ebook gratuito que lançamos: clique aqui. Nele, mostramos três passos práticos para ter fortalecimento pessoal e familiar ao criar filhos com necessidades especiais. Compartilhamos o método que desenvolvemos e que trouxe ótimos resultados aqui em casa não só para lidarmos com as questões de diagnóstico, mas também com outros desafios com os filhos.

 

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