Os terapeutas da sua criança conversam com você?

By Kerol | Destaques

Os terapeutas da sua criança conversam com você?

COMO ESCOLHER OS TERAPEUTAS

Nós aqui já passamos por diversas situações (muitas mesmo!) que hoje nos permitem dizer com segurança: faz toda a diferença do mundo encontrar terapeutas que:

  • sejam excelentes tecnicamente (como diz o neuropediatra do Paulo, isso é o mínimo que se espera de alguém que estudou para trabalhar com reabilitação);
  • sejam comprometidos com a criança (pois infelizmente há terapeutas que “desistem” do paciente ou só atendem por atender);
  • tenham abertura ao diálogo com a família, com a escola e com os demais profissionais que também atendem esta criança.

COMO LIDAMOS COM ESTA QUESTÃO

Na semana passada, terminamos uma série de reuniões individuais com cada terapeuta do Paulo. São cinco terapeutas no total, então levamos alguns dias para finalizar essas conversas.

Por que fizemos isso?

Atualmente precisamos decidir sobre os tratamentos do Paulo e queremos tomar decisões baseadas não só no que nós, como família, enxergamos ou pensamos.

Quisemos ter o feedback técnico de cada terapeuta e também iremos ouvir a escola, cujas considerações certamente nos ajudarão a ter uma visão mais completa do todo.

CRITÉRIOS NA HORA DE DECIDIR SOBRE OS TRATAMENTOS DA NOSSA CRIANÇA

No final das contas, a decisão será nossa, mas a escolha terá levado em conta:

  • questões familiares (como a nossa logística, cuidados com os nossos filhos mais novos, cansaço, orçamento, horário);
  • questões médicas e terapêuticas (habilidades que o Paulo já ganhou e aspectos que ainda precisam muito de intervenção);
  • questões socioeducativas (sua inclusão no ambiente escolar, interação com crianças da mesma idade, etc).

Como pai e mãe, as nossas decisões terão impactos muito mais positivos na vida da nossa criança se nós ouvirmos o que cada profissional tem a dizer. Isso não tira o nosso poder de escolha, só o fortalece — daí a importância de família, escola e terapeutas agirem em parceria.

QUAL É A SUA EXPERIÊNCIA COM TERAPEUTAS?

Como é a relação entre você, familiar, e os terapeutas que atendem a sua criança? Você tem abertura para tirar dúvidas? Recebe orientações de como agir com a criança em casa?

Se você quiser receber dicas mais detalhadas de como encontrar bons terapeutas, deixe aqui seu comentário ou envie uma mensagem para nós. No nosso ebook gratuito também há ideias simples e eficazes para te ajudar na sua escolha. Clique aqui.

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